| Torrinha, de 2007 |
Projeto foi selecionado entre os 53 melhores do Estado
Através de pesquisa comandada pela professora Kátia Regina Buzato, e com a participação de cerca de 100 alunos das 8ª séries, foi descoberto que Torrinha possui 48 Capelas na zona rural construídas no final do século 19 e início do século 20.
O projeto selecionado entre os 53 melhores do Estado, recebeu prêmio da Fundação Victor Civita, no Teatro Abril, em 2004. O projeto resgatou valores religiosos, culturais e arquitetônicos e conscientizou da importância de se preservar o patrimônio público e histórico.
Foram
levantados os motivos de cada construção, se haviam missas regularmente,
o padroeiro, estado de conservação e curiosidade dos locais,
além de motivar os proprietários a recuperar o patrimônio
como aconteceu com a Capela Santa Cruz.Todo material encontra-se arquivado
na Biblioteca Municipal.
Capela São José do Paraíso
Torrinha,
a cidade “Pérola da Serra”
Grandes extensões do perímetro de Torrinha são compostas por cuestas basálticas e areníticas, num total aproximado de 80 km, contendo em torno de 34 cânions. O potencial em atrativos turísticos associado à essa feição geológica é indiscutível e se pode encontrar desde paredões de até 100 metros de altura, cachoeiras belíssimas, algumas cavernas de arenito e basalto e até matas de galeria e de encostas ainda primárias bem preservadas em vales estreitos ainda pouco explorados.
Torrinha está inserida no compartimento do Planalto Ocidental Paulista (Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná). A área integra a unidade geotectônica denominada Bacia Sedimentar do Paraná, onde houve acúmulo de espesso pacote sedimentar e intrusões vulcânicas basálticas ocorridas no Terciário (Era Cenozóica - entre 70 e 12 milhões de anos) que passaram por processos tectônicos e desgaste erosivo, surgindo daí o relevo cuestiforme (cuestas) de escarpas festonadas, dispostas em arcos voltados para o velho escudo -o Planalto Atlântico-, contando com a presença de um morro testemunho onde está localizada a "Pedra de Torrinha".
O município
de possui ainda aproximadamente 5% de sua vegetação nativa original.
Desse total, quase 100% é composto por vegetação de encosta,
graças à presença das cuestas do município. Espécies
do cerrado e da Floresta Latifoliada Tropical ainda existem em pequenas manchas
isoladas, sendo quase totalmente dizimadas por ocuparem originalmente áreas
ideais para a agricultura e a pecuária. Felizmente a presença
dos inúmeros paredões e terras de encosta que brotam das cuestas,
"estorvo" aos colonizadores do início do século, preservou
um tesouro natural e importante santuário para a biodiversidade no
Estado de São Paulo.
Prefeitos
que administraram Torrinha
De
1923 a 1930 Raul Lacerda
De 1930 a 1933 Durval Marques
1933 Antonio Amalfi
1933 Antonio Lância
De 1933 a 1947 Antonio Amalfi
De 1947 a 1948 Carlos Balestrero
De 1948 a 1951 Marcos Seber Filho
De 1952 a 1956 José Mancini
De 1956 a 1959 Carlos Balestrero
De 1960 a 1963 João Seber
De 1964 a 1968 José Mancini
De 1969 a 1972 Maurício Golinelli
De 1973 a 1976 Amauri José Bortolai
De 1977 a 1982 Henrique Marcos Seber
De 1983 a 1988 Irineu Fernando Castro
De 1989 a 1992 Dr.José Benedito Tavares
De 1993 a 1996 Dr. Ivanildo Ferreira do Nascimento
De 1997 a 2000 Irineu Fernando Castro
De 2001 a 2004 Silvio Domingos Ciavarelli
De 2005 a 2008 Ivani Souto Ferreira do Nascimento
Presidentes da Câmara Municipal
Joaquim Ribeiro
dos Santos
Erasmo Ribeiro dos Santos
Antonio Amalfi
Natalino Zacanini
Álvaro Machado Pereira
Ismael Morato
Antenor Pereira da Silva
José Mancini
Plautio M. S. Ciavareli
José Valencise Neto
Antonio Tito Costa
Adelmo Marcos Vicentini
Henrique Marcos Seber
Manoel dos Santos
Décio Alves Brandão
Erasmo Mancini
Joaquim Soares de Mello
Romeu Campagna
Benedito Bento Blummer
Marcos Antonio Della Colleta
Hélvio Rochite Junior
José Humberto Batistela
Manuel de Jesus Vasconcelos e Silva
Avelino Loca Reis Monteiro
Luiz Ezídio Salvador Di Iório
Danilo Aparecido Tedeschi
José Roberto Polizel
José Minatel
Carnaval torrinhense completa
70 anos de história
Tudo começou por volta da década de 1930. Era uma festa diferente. Contam os antigos foliões que o Rei Momo ia de carro fantasiado até a Estação de Canela e de lá retornava de trem até Torrinha. Uma multidão de foliões o aguardava para sair as ruas.
Foi a época do surgimento dos bonecos, dentre eles os mais famosos e lendários Marião e Mariona que vieram incrementar os festejos. E antes, existiu um grande boneco preto que se mexia e ainda foi criado três vaquinhas que apareceriam de surpresa na Estação. Após, os foliões passaram acompanhar o boneco e as vaquinhas pelas ruas da cidade.
Em seguida, os grupos de jovens através de doações da população e do prefeito Nicolino Seber deram seqüência aos festejos. Além de confeccionarem os bonecos Marião e Mariona, fizeram também o Pierrô, pássaro com cerca de 5 metros de altura, as famosas “vaquinhas”, “cavalinhos” e até ônibus de papelão que passou a ser chamado de “Expresso Vagaroso”.
Formou-se um grupo de músicos que puxava a festa tocando violão, cavaquinho, sanfona, clarinete, viola e pandeiro. Os festejos carnavalescos que tinha foliões mascarados e alegorias, iniciariam-se com o toque do berrante e o toureiro conduzia as vacas e cavalos.
Depois de um tempo, O Bairro Bonfim passaria a ter representantes na festa, trazendo novas alegorias, permanecendo por alguns anos. Após, foi formada a Escola do Samba, as músicas do início, nunca mais foi tocada novamente, segundo relato do Jacomim Perotto, que na época, fazia parte do grupo de jovens.
Atualmente, quem administra o carnaval de Torrinha é o COMTUR que procura resgatar a história, mantendo a abertura da festa com o grupo de sanfoneiros e trazendo as ruas, os tradicionais bonecos Marião e Mariona.
História
Contam os moradores que o terreno no qual a capela foi construída foi doação de um dos habitantes do bairro. A construção da capela contou com a ajuda de cerca de 40 famílias. Para a conclusão foi realizada uma festa e no término outra. Em 1958, aconteceu a primeira comunhão de algumas crianças do bairro. Já em 1998, com reorganização das comunidades, para diferenciar da comunidade Nossa Senhora Aparecida e por ser mais antiga, acrescentou-se o título de Conceição Aparecida.
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